Grandes esforços contra os danos causados ​​pelo coronavírus no Brasil.

Jornal Chugoku Shimbun. Terça-feira, 30 de junho de 2020.
Grandes esforços contra os danos causados pelo coronavírus no Brasil.
Mori san, a fisioterapeuta nikkei que estudou em Hiroshima.
"Desenvolva a cultura japonesa de prevenção" trabalhando em um hospital temporário.

Legenda da foto: Douglas Mori (da esquerda para a direita, segunda da linha oposta), juntamente com o pessoal do hospital provisório para o tratamento do coronavírus em São Paulo.

Douglas Mori, 43 anos, fisioterapeuta nikkei de terceira geração, pós-graduado por 6 anos na Universidade da Prefeitura de Hiroshima (em Hiroshima, Minamiku), trabalha em um hospital temporário para atendimento de pessoas com infecções por coronavírus com sintomas leves e mídia, instalada em São Paulo, a maior cidade do Brasil, onde foram desencadeadas infecções por coronavírus.
Mori san, que está lutando na linha de frente, comenta: "Quero ser útil para o Brasil, que está neste estado grave".
Com uma população de aproximadamente 12 milhões de habitantes, as instituições médicas se ressentiram muito com a situação atual, principalmente devido à falta de leitos médicos para pessoas infectadas; portanto, em meados de abril, o governo da cidade instalou esse hospital provisório. no que originalmente era um centro de exposições, ao norte da cidade de São Paulo.
Devido ao aumento dos níveis de pobreza, esta instituição está planejada para receber 200 pacientes.
Mori, cuja avó materna é originária de Mihara, estudou de 2011 a 2017 o mestrado e doutorado em Saúde e Bem-Estar Social, entre outros, e agora é responsável por fornecer reabilitação respiratória e regular os respiradores artificiais dos pacientes.
Vestido de óculos e protetor de corpo inteiro, Mori comenta que "existem muitos pacientes que se apresentam abruptamente com alterações nos sintomas". Se forem detectadas alterações e os médicos forem notificados oportunamente, os pacientes poderão ser transferidos para unidades de terapia intensiva (UTI).
A Mori san incentiva os pacientes comentando: "O Japão, que tem uma cultura bem fundamentada de prevenção, é uma forte referência para mim"
Existem muitos pacientes do sexo masculino. "Apesar do bloqueio na cidade, devido a razões financeiras, foi necessário que eles saíssem para o trabalho, onde foram infectados e depois infectaram suas famílias, pois muitos vivem em salas pequenas com muitas pessoas".
Com 1.300.000 casos de infecção e 57.000 mortes, o Brasil representa o segundo lugar em casos de infecção em todo o mundo, depois dos Estados Unidos.
O presidente Bolsonaro comentou levemente que o coronavírus "é apenas um resfriado" e, por esse motivo, se opôs a cada um dos estados, que realizou ações contra o coronavírus.
"Os cidadãos estão confusos", diz Mori san preocupado.

Por outro lado, "a equipe médica faz esforços para incentivar os pacientes e dar-lhes energia e esperança, enquanto recebe doações de alimentos e roupas de cama de cidadãos e empresas privadas".
Graças a essa energia e solidariedade que caracteriza a sociedade brasileira, é possível avançar com esperança.
(Nota de Kobata Hiroshi)
 
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